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22 de junho de 2016

Leões são brutalmente mortos após homem nu invadir sua jaula em zoológico



Um homem nu invadiu a jaula dos leões de um zoológico chileno em uma provável tentativa de suicídio. Ele sobreviveu, mas causou a morte dos felinos.

As autoridades de Santiago confirmaram que dois leões africanos foram baleados após atacarem o homem de 20 anos que tinha entrado em sua jaula no último sábado (21), informa o Daily Mail.

O homem, que foi identificado pela mídia local como Franco Luis Ferrada Roman, foi levado para um hospital próximo para receber tratamento.

O homem entrou na área em que estavam os leões, se despiu e dirigiu-se ao meio enquanto visitantes testemunhavam o incidente.

Os leões teriam imediatamente se lançado sobre ele e começado a “brincar” com ele. Funcionários interferiram e atingiram dois leões para tentar salvar o homem.

Segundo a diretora do zoológico Alejandra Montalva, o homem estava em uma área que é proibida ao público e ao saltar e tirar a roupa atraiu a atenção dos animais.

A diretora disse que estava “profundamente afetada” pela morte dos dois leões, um macho e uma fêmea. “O zoológico tem um protocolo estabelecido porque a vida das pessoas é muito importante para nós “. Ela acrescentou que não havia tranquilizantes disponíveis para parar os leões.

Uma testemunha, Cynthia Vasquez, disse à estação de rádio chilena Bio Bio que os seguranças demoraram para reagir e que os animais não atacaram o homem assim que ele entrou no local.

“Os leões começaram a brincar com ele, e somente depois, o atacaram”.

Nota da Redação: É difícil considerar o ponto mais revoltante do caso: os leões viverem confinados em nome do entretenimento, o zoológico não dispor de tranquilizantes para situações de emergência ou os animais serem brutalmente mortos por culpa de um homem que, propositalmente, invadiu a jaula e os provocou. Trata-se de mais um exemplo da crueldade inerente aos zoológicos e das situações de risco a que esses animais estão expostos, além do próprio sofrimento do cárcere.

Elefanta mais velha em cativeiro morre aos 69 anos abandonada em zoológico



A mais velha elefanta asiática em cativeiro faleceu na última quinta-feira (26) no zoológico Inokashira, em Tóquio.

Hanako tinha 69 anos e funcionários do local disseram tê-la encontrado no chão de sua gaiola durante a manhã, diz o Inquisitr. Eles tentaram levantá-la para que ela não morresse por asfixia, mas não conseguiram e a elefanta faleceu durante a tarde.

Embora a causa da sua morte seja desconhecida, o chefe do zoológico Kiyoshi Naga disse que Hanako morreu pacificamente e sem sofrimento. Foi alegado que uma autópsia foi agendada para esta sexta-feira para tentar descobrir a causa da morte.

“Eu queria que ela vivesse um pouco mais. Quero agradecer a todas as pessoas que amaram Hanako durante todos esses anos “, disse Nagai.

Mesmo que a notícia da morte de Hanako seja triste, aparentemente ela atingiu as expectativas de vida normais para elefantes asiáticos.

Supõe-se que os paquidermes podem viver 60 anos na natureza, mas suas vidas são muito mais curtas quando eles são confinados em zoológicos.

De acordo com o Japan Times, o governador de Tóquio, Yoichi Masuzoe, disse em um comunicado que Hanako chegou ao Japão logo após a guerra e que a amada elefanta “deu sonhos e esperanças para as crianças”.

“Sua morte é realmente lamentável, mas eu rezo por ela do fundo do meu coração”, afirmou.

Hanako, cujo nome significa “criança florida,” foi transportada para o Japão pela Tailândia como um símbolo de amizade em 1949. Após viver no zoológico Ueno, em Tóquio, por alguns anos, ela foi transferida para Inokashira em 1954.

Nos últimos meses, a elefanta ganhou a atenção internacional.

O blogueiro canadense Ulara Nakagawa disse que ficou chocado ao saber que a longa memória da elefante seria preenchida com momentos de solidão pois ela “em um dos mais cruéis e arcaicos zoológicos do mundo”.

Nakagawa escreveu em seu blog que a elefanta era mantida sozinha no zoológico.

“Hanako está completamente sozinha em uma pequena caixa de cimento, sem nada para confortá-la ou para estimulá-la. Ela apenas está lá, parecendo quase sem vida”.

Funcionários do zoológico mantinham a elefanta sozinha porque a consideravam “agressiva”.

Nakagawa postou uma petição online, que ganhou mais de 469 mil assinaturas recomendando que Hanako fosse transferida para um santuário de elefantes na Tailândia.

No entanto, quando Nakagawa encontrou-se com um especialista em animais no zoológico, as autoridades disseram que era “tarde demais” para transferir Hanako e que, na sua idade avançada, ela provavelmente iria morrer – o que fatalmente ocorreu após uma vida inteira de exploração.

Trágica morte de gorila Harambe mostra por que zoológicos devem ser proibidos




A trágica morte do gorila Harambe para supostamente salvar um menino de quatro anos no zoológico de Cincinnati evidencia que os zoológicos devem ser fechados.

Embora muitas pessoas culpem os pais do menino, o verdadeiro vilão da história é o zoológico, diz o New York Daily News.

Os zoológicos são prisões para os animais selvagens. Enquanto um leão fica em um espaço de alguns milhares de pés quadrados no zoológico de Bronx; na natureza, ele pode percorrer metade da África Subsaariana.

Como tem sido documentado de forma exaustiva, o cativeiro deixa os animais deprimidos, enlouquecidos, violentos e entediados.

Muitos animais saudáveis também são mortos por zoológicos. Alguns anos atrás, o zoológico de Copenhagen matou uma girafa e, em seguida, a BBC revelou que entre três mil e cinco mil animais são mortos nesses locais apenas na Europa.

Existe também outro problema: quando as crianças vão ao zoológico, elas entram em contato com situações que não refletem a realidade.

Parece que os animais estão bem e não são ameaçados pela caça ou que seus habitats naturais não têm sido dizimados pelo aquecimento global causado por humanos.

Claramente, a sociedade tem se afastado dessa concepção que considera animais como entretenimentos.

Em meio a protestos sobre o cativeiro de baleias, o SeaWorld anunciou que iria parar a reprodução de orcas em cativeiro e, eventualmente, parar de explorá-las em shows.

Outro caso refere-se à decisão do circo Ringling Bros e Barnum & Bailey Circus de parar de usar elefantes em suas atrações.

Os zoológicos têm que seguir essa tendência, pois os animais não devem ficar presos, mas sim soltos na natureza, de onde eles realmente fazem parte.

Morte de 70 animais em 5 meses faz Argentina repensar zoológicos


O zoológico de Mendoza, na Argentina, passou a ser censurado após a divulgação de 70 mortes de animais desde janeiro. No de Buenos Aires, morreram, em 2015, dois leões marinhos que participavam de shows.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o debate em torno dos zoológicos ganhou força há duas semanas, quando um gorila foi morto nos EUA após uma criança cair em seu cercado. No zoológico argentino tem 2.130 animais –a capacidade é para 850. “Em maio, choveu 20 dias seguidos, os bichos se molharam, passaram frio e não havia espaço para todos.”

O diretor do zoológico, Jorge Semino, afirma que os animais nasceram no local e foram criados sempre com o contato humano, o que os domesticou, desmentindo os boatos de que os animais são sedados. Cachorros também são colocados em jaulas de tigres e leões para amansá-los.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

Parques e zoológicos podem matar animais para salvar humanos?


Divulgação

Um agradável passeio em família em parques ou zoológicos pode se tornar um pesadelo quando as regras de segurança do estabelecimento não são respeitadas, afinal os animais expostos nesses lugares são, em sua maioria, selvagens. Quando o que está em risco é a vida de um ser humano, os protocolos de segurança são claros: é preciso sacrificar a vida animal.

Isso aconteceu com o gorila Harambe, de 17 anos, no zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos. O animal foi morto em maio deste ano momentos depois de uma criança de quatro anos entrar na jaula dele. No mesmo mês um jovem na faixa dos 20 anos tentou se matar e entrou na jaula com três leões no Zoológico Metropolitano de Santiago, no Chile. Os funcionários do local mataram dois dos três animais, salvando a vida do suicida.

No caso recente do menino de dois anos que foi arrastado por um jacaré em Orlando (EUA), perto de um hotel da Disney, cinco jacarés foram capturados e mortos, e o corpo da criança foi encontrado já sem vida. Os animais passarão por exames para identificar qual atacou a criança.

No Brasil, é a Instrução Normativa nº 7, de 2015, do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recurso Naturais), que orienta os protocolos de segurança de zoológicos para o caso de fuga de um animal selvagem da jaula ou da entrada de visitantes no recinto do animal. O plano de segurança é exigido pelas secretarias estaduais de Meio Ambiente para conceder ou renovar a licença de funcionamento de um parque zoológico.

E a única saída é a morte?

Em todos os casos descritos acima, a morte dos animais gerou revolta de organizações não governamentais e ativistas que defendem os direitos animais. “Onde estavam os guardas, no caso do gorila nos Estados Unidos? Hoje há dardos que fazem com que o animal perca a consciência quase que instantaneamente, porque preferiam atirar no animal?”, questiona Elizabeth McGregor, diretora do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

O presidente da SBZ (Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil), Cláudio Mass, explica que há riscos quando se atira um dardo com tranquilizante em um animal. “O dardo é uma seringa com uma agulha grossa que vai perfurar de 5 a 10 centímetros o músculo do animal. Isso vai doer, o que pode desencadear um ataque à pessoa que está naquela situação. Além disso, o tranquilizante leva de 5 a 15 minutos, dependendo do tamanho e do peso do animal, para fazer efeito.”

O biólogo do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, Anderson Mendes Augusto, explica que matar o animal é uma medida extrema. “O animal só é morto quando há o risco iminente da vida humana. Se por acaso alguém entra na jaula de um leão, por exemplo, e o animal não se aproxima, é claro que não vão atirar no animal. O tratador vai tentar atraí-lo para outro lado para que a pessoa seja retirada. Tudo vai depender da situação e até do animal. O cuidador sabe se, apesar de ser um felino, ele costuma ser tranquilo”, conta Augusto.


Divulgação

Imprudência humana é paga com a vida animal

Em 2014, um menino de 11 anos passou a barreira de segurança da jaula de um tigre para dar um pedaço de frango ao animal e fazer carinho nele. Ele foi atacado e acabou perdendo o braço. Nesse caso, o animal não foi morto.

“Esse foi o último caso que tivemos de ataque de um animal a um humano em um zoológico. É algo raro de acontecer e, geralmente, quando acontece são situações provocadas pelo visitante”, afirma Cláudio Mass.

Para garantir a segurança dos visitantes e dos animais, os parques criam um esquema que inclui de grades e avisos a monitoramento eletrônico.

No caso do Zoológico de São Paulo, Mara Cristina Marques explica que a área de animais mais perigosos, como tigres e leões, é a mais protegida. “Temos seguranças fixos nas jaulas dos animais, além de câmeras e painéis eletrônicos que avisam as regras. Mesmo assim tem sempre alguém que se aproxima demais para tirar foto, o pai ou a mãe que coloca a criança no muro para ver melhor o animal”, explica.

Também é pedido para em algumas áreas, como a das aves, seja feito o mínimo barulho possível, para não estressar os animais. “Mas em dias como o Dia das Crianças, em que o zoológico chega a receber mais de 25 mil pessoas, é difícil manter o silêncio do lugar”, diz Mara Cristina.

Para que servem os zoológicos?

Visitar um zoológico deveria significar para os frequentadores ter mais conhecimento sobre a natureza o que deveria gerar, principalmente, consciência ambiental. “Mas as pessoas vão para os zoológicos achando que vão pagar para ver um espetáculo e não é isso. Elas precisam vir para contemplar os animais e aprender sobre (e com) eles. Os animais não são objetos de deleite para o nosso prazer”, afirma Anderson Mendes Augusto, do Zoo do Rio.

Essa é justamente a principal crítica que entidades ligadas à defesa dos direito animais fazem aos zoológicos. “Mesmo em um zoológico que oferece as melhores condições para os animais, eles não estão no seu habitat, não conseguem se expressar minimamente o seu comportamento animal. Eles não podem ser tratados como bichos de pelúcia”, afirma Elizabeth McGregor, diretora do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Para a gerente do Peta na América Latina, Alicia Woempner, o ideal seria a criação de santuários, credenciados, sem fins lucrativos, “que não explorem os animais para o entretenimento humano”. “Há pesquisas que mostram que as pessoas que vão aos zoológicos, passeiam, olham os animais e seguem suas vidas. Elas não aprendem nada nas visitas”, acrescenta.

SERGIPE - MPF e MPE pedem interdição total do Zoológico da Cidade e transferência de animais



Após abertura de inquérito civil, o Ministério Público Federal (MPF/SE) e o Ministério Público Estadual (MPE/SE) ajuizaram ação conjunta contra a administração do Zoológico do Parque da Cidade, localizado em Aracaju (SE). A ação pede a interdição total do zoológico, transferência de animais e pagamento de indenização.

"O inquérito contou com vistoria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Durante a vistoria, foram constatadas diversas irregularidades no zoológico. A ação pede a interdição total e imediata até que a reforma seja realizada, transferências de animais para um local adequado, além de um pedido de indenização por conta do dano ambiental. Das irregularidades, grande maioria é por conta da falta de estrutura, bem como a falta das licenças ambientais e de manejo", explica Emanuel Matias, advogado da ONG Anjos de um Resgate.

A ação pede ainda a transferência do leão para outra instituição, onde possa ter a companhia de outros de sua espécie. "Além das reformas necessárias no recinto, existe uma Instrução Normativa (07-2015 do IBAMA) que indica que esta espécie (além de outras) não pode estar trancado sozinho sem um par. Além do mais, fica evidenciado no processo, inclusive com palavras de Joubert, médico veterinário coordenador do zoológico, que a administração não possui recursos para uma boa alimentação e bem menos o auxílio técnico veterinário de urgência", conclui Emanuel. ONGs como a Anjos de um Resgante e Elan Animais vêm lutando há muito tempo para que isso acontecesse.

Depois de girafa, zoológico dinamarquês sacrifica quatro leões saudáveis



Mesmo parque que desmembrou uma girafa saudável em frente ao público em fevereiro mata, agora, dois adultos e dois filhotes de leões para evitar disputa de território

Depois de chocar o mundo em fevereiro por esquartejar em frente ao público um filhote de girafa de 10 meses de idade, o Zoológico de Copenhague, na Dinamarca, sacrificou nesta segunda-feira quatro leões saudáveis, dois adultos e dois filhotes.

O motivo alegado pelo zoo é o de evitar a disputa de território com um macho recém-chegado. Segundo o porta-voz, a decisão de sacrificar os quatro leões, que eram da mesma família, surgiu depois do zoológico falhar na tentativa de encontrar um novo lar para eles. Diferentemente da girafa sacrificada em fevereiro, chamada Marius, os quatro animais não foram mortos diante do público. “Nem todos os nossos animais são dissecados em frente às pessoas”, explicou.

Daqui a alguns dias, o novo macho será introduzido para procriar com duas fêmeas férteis. “O zoológico é reconhecido mundialmente pelo trabalho com essa espécie”, disse o chefe executivo do parque, Steffen Straede.

Marius, filhote de um ano e meio, perfeitamente saudável, que foi sacrificado e oferecido aos leões.

Filhote de girafa saudável é sacrificado em zoo da Dinamarca


Corpo despedaçado do filhote vai alimentar outros animais do parque.
Morte causou comoção e protestos de ativistas.

Um filhote de girafa de um ano e meio em perfeito estado de saúde foi sacrificado neste domingo (9) em um zoológico de Copenhague, apesar dos protestos dos defensores dos animais na Dinamarca.

O porta-voz do zoológico, Tobias Stenbaek Bro, indicou à AFP que o filhote, de nome Marius, foi abatido com uma pistola no início da manhã. Após a morte, o zoológico realizou uma necropsia à qual os visitantes estavam autorizados a assistir.

O corpo despedaçado do filhote será utilizado para alimentar outros animais do parque.

Stenbaek Bro explicou que o zoológico não esperava a comoção provocada pelo destino do animal. 'As pessoas têm o direito de protestar, mas é claro que nos surpreendeu', disse.

O zoológico explicou na quarta-feira em seu site que não poderia deixar a girafa crescer para evitar a consanguinidade entre exemplares desta espécie.

As opções de castração ou reintrodução na natureza foram descartadas por seus possíveis efeitos adversos, assim como a transferência de Marius a outro centro da Associação Europeia de Zoológicos e Aquários (EAZA), por incompatibilidade genética.

As duas principais associações dinamarquesas de defesa dos animais, Dyrenes Beskyttelse e Anima, ignoraram a campanha a favor do filhote de girafa, que recolheu milhares de assinaturas na internet.

Um zoológico sueco informou no sábado ao jornal Expressen ter solicitado sem sucesso a transferência de Marius.

O zoológico de Copenhague explicou que sua política é não vender seus animais, apesar de contar com ofertas de compra de milionários, informou o jornal dinamarquês Ekstrabladet.

15 de setembro de 2015

Se você ama animais, não frequente zoológicos, nem aquários!



Não financie ou compactue com o sofrimento de animais.
Animais silvestres, aquáticos e exóticos nasceram para ser livres. 


Eles são retirados da natureza, ou mesmo procriados em cativeiro, para serem expostos por toda a vida, como prisioneiros, num confinamento que NUNCA será parecido com seu habitat natural, simplesmente por interesses mercantis particulares e entretenimento e diversão de pessoas que frequentam esses locais, sem ter ideia do sofrimento imposto àqueles animais.

Os argumentos abaixos são sempre evocados pelos defensores da existência dos zoológicos/aquários, porém não existem argumentos que sustentem suas existências:


  • Devemos conhecer as espécies para preservar/respeitar - o simples fato de o animal existir já é um pressuposto que justificaria o respeito por ele, além disso, de que adianta preservar uma espécie que perdeu sua alma? No máximo o que estes locais fazem é preservar bancos genéticos de animais que perderam a memória do que seria interagir no espaço natural e social que seria próprio de sua espécie de vida. O confinamento de animais para a visitação reforçam nas crianças, também, a ideia  de que tal escravização e confinamento é normal.
  • Devemos estudar o comportamento dos animais - Qualquer pessoa com noções básicas de biologia sabe que o comportamento de animais em cativeiro não é o mesmo que o animal apresentaria no seu meio natural.
  • Devemos manter os zoológicos/aquários para a reprodução e para salvar as espécies - a maioria dos animais reproduzidos em cativeiro é reproduzida para esse fim: permanecer em cativeiro.
  • Alguns zoológicos/aquários fazem enriquecimento ambiental - a reabilitação e a devolução da liberdade que lhes foi negada não seria infinitamente melhor do que serem presenteados com uma bola que lhe dificulte conseguir comida ou um bambolê?
Você sabia?


Os elefantes, que balançam seus imensos corpos graciosamente sugerindo alegria e contentamento, ao contrário do que imaginamos esta “dança” é um comportamento de estresse, resultante do fato de passarem anos acorrentados impedidos de sem movimentar sequer de um lado para outro. Elefantes são animais que em seu habitat natural chegam a caminhar de 30 a 40 km diários, mas nos circos passam a vida acorrentados.

Os felinos, possivelmente, são os animais mais comuns em zoológicos brasileiros, vítimas do tráfico ou apreensões dos órgãos ambientais. Quando mantidas em cativeiro, estas espécies encontram condições desfavoráveis aos seus hábitos e comportamentos, considerando que possuem amplos territórios, assim como percorrem grandes distâncias forrageando. Por necessitarem de grandes áreas de vida, não se adaptam ao cativeiro, geralmente pequeno e sem interatividade. É comum apresentarem comportamentos estereotipados, ou seja, repetitivos e sem motivo aparente, tendo como principal causa o estresse e a apatia. Leia o estudo completo aqui.

De acordo com o presidente do Projeto GAP, Dr. Pedro A. Ynterian, os chimpanzés na natureza comem durante o dia todo e a noite descansam em ninhos nas copas das árvores. Porém no zoológico não comem durante o dia, para forçá-los a entrar no cubículo fechado no fim do expediente, onde comem e ficam trancafiados. Seu ciclo biológico de alimentação e sono são alterados. No lugar de comer várias vezes durante o dia, como é recomendado para primatas humanos ou não, só comem antes de anoitecer, uma vez por dia. A grande maioria dos chimpanzés enlouquecem devido à exposição e estresse a que são submetidos.

Alguns animais são confinados ao lado de seus predadores, aumentando o seu desespero. E quanto aos animais polares , ou provenientes de locais com baixas temperaturas, que são mantidos em ambientes áridos, com um clima completamente diferente de seu habitat natural, será que estão felizes?

Os animais usados para entretenimento, muitas vezes, apresentam movimentos
estereotipados, repetitivos e de automutilação. Outras vezes desenvolvem distúrbios psicológicos tão graves que os levam a morte.

Você sabia que os animais dos zoológicos são obrigados a se reproduzir sistematicamente?

Neste processo, os animais considerados “excedentes” e indesejados, são mortos - aqui (e não é raro que seus corpos sejam fornecidos como alimento aos outros animais - aqui), ou são vendidos para outros zoológicos, revendedores, circos ou criadores. A venda de animais nos zoológicos é um negócio lucrativo e autorizado pelo IBAMA que implica numa cadeia de crueldade inimaginável, com muitos animais sendo enviados para pet shops, taxidermistas, indústria alimentícia de pratos exóticos e mesmo laboratórios de pesquisas.

Além de tudo acima descrito, pode-se ainda acrescentar que: animais em zoológicos morrem prematuramente e sofrem doenças decorrentes de cuidados e alimentação inadequados e negligência.

Os animais existem por suas próprias razões, não estão aqui para nos servir. Os zoológicos/aquários promovem a ideologia de que de que é certo escravizar animais com o "suposto" papel educacional. Mas são uma forma legal e institucionalizada de proporcionar sofrimentos inimagináveis, tanto físicos, quanto psicológicos, a animais que deveriam estar livres em seu habitat, sem exposição, gritos constantes ou flashs de fotografias.
A melhor forma de ajudar esses animais e provocar o fim desses locais de confinamento e de crueldade compulsória é através do boicote e da divulgação dessas atrocidades, a fim elevar a consciência da sociedade quanto a esta atrocidade imposta aos animais que deveriam viver livres, na Natureza.
Ainda que se evoque que os animais que já estão em sofrimento nos zoológicos, aquários e afins, apoiamos que estes sejam encaminhados a Santuários, onde possam viver o resto da vida que lhes cabe longe do tormento que lhes impomos.
Leia as avaliações da Wild Welfare sobre os zoológicos brasileiros, entidade que tenta melhorar a situação dos animais selvagens em cativeiro em todo o mundo.
"O Brasil tem 123 instituições zoológicas no total: 110 jardins zoológicos e 13 aquários, que juntos detêm cerca de 50 mil animais.

Embora biologicamente diverso, infelizmente, muitos zoológicos brasileiros são de má qualidade com estruturas físicas desatualizadas. Para aumentar o problema, muitos animais nas coleções brasileiras provêm de confisco do tráfico ilegal e o número de animais apreendidos certamente representa apenas uma pequena parcela do número real de animais capturados ilegalmente na natureza. Uma conseqüência é que muitos zoos brasileiros estão sobrecarregados com animais confiscados que normalmente são mantidos fora de exibição e, conseqüentemente, sob padrões de cuidados mais pobres e bem-estar pobre. O monitoramento dessas instalações e circunstâncias é difícil. O país não tem legislação nacional (federal) adequada que fala situações de bem-estar pobre em instalações cativas e nos últimos anos." Aqui



"O monitoramento dessas instalações e circunstâncias é difícil. Combinado com este cenário, o país não possui legislação nacional (federal) adequada que fala situações de bem-estar pobre em instalações cativas e, nos últimos anos, a responsabilidade de monitorar essas instalações caiu para autoridades estaduais (provinciais) que muitas vezes têm uma capacidade muito limitada para a aplicação da lei." Aqui


Referências

http://www.blogdaluka.org/2015/09/sobre-zoologicos-entrevista-com-sonia-t.html
http://www.uniaolibertariaanimal.com/site/index.php/faces-da-
http://www.projetogap.org.br/noticia/zoologicos-balcao-de-negocios/
http://wildwelfare.org/portfolio/animal-welfare-in-brazilian-zoos/
http://wildwelfare.org/animal-welfare-assessments-in-brazil/


ASSINE A PETIÇÃO PELO FIM DOS ZOOLÓGICOS E AQUÁRIOS
http://www.peticao24.com/pelo_fim_dos_zoologicos_e_aquarios