15 de setembro de 2015

Se você ama animais, não frequente zoológicos, nem aquários!



Não financie ou compactue com o sofrimento de animais.
Animais silvestres, aquáticos e exóticos nasceram para ser livres. 


Eles são retirados da natureza, ou mesmo procriados em cativeiro, para serem expostos por toda a vida, como prisioneiros, num confinamento que NUNCA será parecido com seu habitat natural, simplesmente por interesses mercantis particulares e entretenimento e diversão de pessoas que frequentam esses locais, sem ter ideia do sofrimento imposto àqueles animais.

Os argumentos abaixos são sempre evocados pelos defensores da existência dos zoológicos/aquários, porém não existem argumentos que sustentem suas existências:

  • Devemos conhecer as espécies para preservar/respeitar - o simples fato de o animal existir já é um pressuposto que justificaria o respeito por ele, além disso, de que adianta preservar uma espécie que perdeu sua alma? No máximo o que estes locais fazem é preservar bancos genéticos de animais que perderam a memória do que seria interagir no espaço natural e social que seria próprio de sua espécie de vida. O confinamento de animais para a visitação reforçam nas crianças, também, a ideia  de que tal escravização e confinamento é normal.
  • Devemos estudar o comportamento dos animais - Qualquer pessoa com noções básicas de biologia sabe que o comportamento de animais em cativeiro não é o mesmo que o animal apresentaria no seu meio natural.
  • Devemos manter os zoológicos/aquários para a reprodução e para salvar as espécies - a maioria dos animais reproduzidos em cativeiro é reproduzida para esse fim: permanecer em cativeiro.
  • Alguns zoológicos/aquários fazem enriquecimento ambiental - a reabilitação e a devolução da liberdade que lhes foi negada não seria infinitamente melhor do que serem presenteados com uma bola que lhe dificulte conseguir comida ou um bambolê?
Você sabia quê?



Os elefantes, que balançam seus imensos corpos graciosamente sugerindo alegria e contentamento, ao contrário do que imaginamos esta “dança” é um comportamento de estresse, resultante do fato de passarem anos acorrentados impedidos de sem movimentar sequer de um lado para outro. Elefantes são animais que em seu habitat natural chegam a caminhar de 30 a 40 km diários, mas nos circos passam a vida acorrentados.

Os felinos, possivelmente, são os animais mais comuns em zoológicos brasileiros, vítimas do tráfico ou apreensões dos órgãos ambientais. Quando mantidas em cativeiro, estas espécies encontram condições desfavoráveis aos seus hábitos e comportamentos, considerando que possuem amplos territórios, assim como percorrem grandes distâncias forrageando. Por necessitarem de grandes áreas de vida, não se adaptam ao cativeiro, geralmente pequeno e sem interatividade. É comum apresentarem comportamentos estereotipados, ou seja, repetitivos e sem motivo aparente, tendo como principal causa o estresse e a apatia. Leia o estudo completo aqui.

De acordo com o presidente do Projeto GAP, Dr. Pedro A. Ynterian, os chimpanzés na natureza comem durante o dia todo e a noite descansam em ninhos nas copas das árvores. Porém no zoológico não comem durante o dia, para forçá-los a entrar no cubículo fechado no fim do expediente, onde comem e ficam trancafiados. Seu ciclo biológico de alimentação e sono são alterados. No lugar de comer várias vezes durante o dia, como é recomendado para primatas humanos ou não, só comem antes de anoitecer, uma vez por dia. A grande maioria dos chimpanzés enlouquecem devido à exposição e estresse a que são submetidos.

Alguns animais são confinados ao lado de seus predadores, aumentando o seu desespero. E quanto aos animais polares , ou provenientes de locais com baixas temperaturas, que são mantidos em ambientes áridos, com um clima completamente diferente de seu habitat natural, será que estão felizes?

Os animais usados para entretenimento, muitas vezes, apresentam movimentos
estereotipados, repetitivos e de automutilação. Outras vezes desenvolvem distúrbios psicológicos tão graves que os levam a morte.

Você sabia que os animais dos zoológicos são obrigados a se reproduzir sistematicamente?

Neste processo, os animais considerados “excedentes” e indesejados, são mortos - aqui (e não é raro que seus corpos sejam fornecidos como alimento aos outros animais - aqui), ou são vendidos para outros zoológicos, revendedores, circos ou criadores. A venda de animais nos zoológicos é um negócio lucrativo e autorizado pelo IBAMA que implica numa cadeia de crueldade inimaginável, com muitos animais sendo enviados para pet shops, taxidermistas, indústria alimentícia de pratos exóticos e mesmo laboratórios de pesquisas.

Além de tudo acima descrito, pode-se ainda acrescentar que: animais em zoológicos morrem prematuramente e sofrem doenças decorrentes de cuidados e alimentação inadequados e negligência.

Os animais existem por suas próprias razões, não estão aqui para nos servir. Os zoológicos/aquários promovem a ideologia de que de que é certo escravizar animais com o "suposto" papel educacional. Mas são uma forma legal e institucionalizada de proporcionar sofrimentos inimagináveis, tanto físicos, quanto psicológicos, a animais que deveriam estar livres em seu habitat, sem exposição, gritos constantes ou flashs de fotografias.
A melhor forma de ajudar esses animais e provocar o fim desses locais de confinamento e de crueldade compulsória é através do boicote e da divulgação dessas atrocidades, a fim elevar a consciência da sociedade quanto a esta atrocidade imposta aos animais que deveriam viver livres, na Natureza.
Ainda que se evoque que os animais que já estão em sofrimento nos zoológicos, aquários e afins, apoiamos que estes sejam encaminhados a Santuários, onde possam viver o resto da vida que lhes cabe longe do tormento que lhes impomos.

Leia as avaliações da Wild Welfare sobre os zoológicos brasileiros, entidade que tenta melhorar a situação dos animais selvagens em cativeiro em todo o mundo.

 
"O Brasil tem 123 instituições zoológicas no total: 110 jardins zoológicos e 13 aquários, que juntos detêm cerca de 50 mil animais.

Embora biologicamente diverso, infelizmente, muitos zoológicos brasileiros são de má qualidade com estruturas físicas desatualizadas. Para aumentar o problema, muitos animais nas coleções brasileiras provêm de confisco do tráfico ilegal e o número de animais apreendidos certamente representa apenas uma pequena parcela do número real de animais capturados ilegalmente na natureza. Uma conseqüência é que muitos zoos brasileiros estão sobrecarregados com animais confiscados que normalmente são mantidos fora de exibição e, conseqüentemente, sob padrões de cuidados mais pobres e bem-estar pobre. O monitoramento dessas instalações e circunstâncias é difícil. O país não tem legislação nacional (federal) adequada que fala situações de bem-estar pobre em instalações cativas e nos últimos anos." Aqui


"O monitoramento dessas instalações e circunstâncias é difícil. Combinado com este cenário, o país não possui legislação nacional (federal) adequada que fala situações de bem-estar pobre em instalações cativas e, nos últimos anos, a responsabilidade de monitorar essas instalações caiu para autoridades estaduais (provinciais) que muitas vezes têm uma capacidade muito limitada para a aplicação da lei." Aqui


Referências

http://www.blogdaluka.org/2015/09/sobre-zoologicos-entrevista-com-sonia-t.html
http://www.uniaolibertariaanimal.com/site/index.php/faces-da-
http://www.projetogap.org.br/noticia/zoologicos-balcao-de-negocios/
http://wildwelfare.org/portfolio/animal-welfare-in-brazilian-zoos/
http://wildwelfare.org/animal-welfare-assessments-in-brazil/


ASSINE A PETIÇÃO PELO FIM DOS ZOOLÓGICOS E AQUÁRIOS
http://www.peticao24.com/pelo_fim_dos_zoologicos_e_aquarios

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