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21 de julho de 2012

HOSPITAL PÚBLICO VETERINÁRIO EM SÃO PAULO







Já em funcionamento, na rua Professor Carlos Zagotis, nº03. Tatuapé São Paulo- SP. Esquina com a Radial Leste, próximo ao metrô Vila Carrão.
Horário de funiconamento: de segunda a domingo, das 07h às 19h.

Mais informações: 2667-7795/ 2667-7804/ 2667-7789/ 2667-7793

Atendimento gratuito destinado destinado a animais carentes da população e protetores de animais.

Vagas limitadas. Se você puder pagar, não tire a vaga de um animal carente.

10 de julho de 2012

Denuncia no Ministério Público contra a Rede Globo, novela AVENIDA BRASIL


No dia 06 de Julho de 2012 a novela AVENIDA BRASIL exibiu uma cena onde a protagonista, Carminha (vivida pela atriz Adriana Esteves), manda envenenar o cachorro de um desafeto seu, como forma de vingança.

Mesmo com a extensa campanha dos defensores dos animais, solicitando à REDE GLOBO DE TELEVISÃO para  que não levasse ao ar tal cena, a empresa ignorou totalmente os argumentos e colocou a cena no ar.

Hoje, eu enviei a denuncia ao GECAP do Ministério Público de São Paulo

Assista:  






EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROMOTOR DE JUSTIÇA DO GECAP -  GRUPO ESPECIAL DE COMBATE AOS CRIMES AMBIENTAIS E DE PARCELAMENTO IRREGULAR DO SOLO


Eu Lilian Aparecida Valença Rockenbach, sirvo-me da presente para representar acerca dos fatos graves narrados abaixo :

Considerando que os animais tem os seus direitos garantidos na Constituição Federal.

Considerando que, na esfera penal, os animais são protegidos por Lei Federal que tipifica o crime ambiental de maus-tratos com animais.

Considerando que o Código Penal pune a incitação e a apologia a fato criminoso.

Venho solicitar investigação na Rede Globo de Televisão, por ter veiculado no dia 06 de Julho de 2012, na novela denominada Avenida Brasil, uma cena onde a protagonista “Carminha”, representada pela atriz Adriana Esteves manda envenenar um cão, como forma de vingança.

A cena em questão pode induzir as pessoas a acreditar que envenenar um animal ,inocente e querido por seu desafeto, pode ser uma forma possível de vingança.

Não podemos aceitar que uma emissora de televisão, líder de audiência, que atinge diariamente milhões de expectadores, incite os maus tratos a animais, sob qualquer alegação.

Diante do exposto, requer-se ao Ministério Público que sejam tomadas as providências cabíveis com relação à apuração e a promoção da responsabilidade de seus autores, nos termos da legislação em vigor. 



17 de junho de 2012

Síndrome dos Colecionadores de Animais



Doutor em psicologia explica a síndrome dos colecionadores de animais
O doutor em psicologia Randy Frost, do Smith College, de Massachusetts, nos Estados Unidos, explica o que é a síndrome dos colecionadores de animais, um quadro patológico que não deve ser confundido com a simples boa vontade dos cachorreiros.
ÉPOCA -Como um colecionador de animais patológico se diferencia de um cachorreiro normal? 

Randy Frost-
 Observamos se os animais estão recebendo tratamento adequado. Há pessoas que possuem vários animais e são capazes de cuidar bem deles, mas em um dado momento alguma coisa acontece e surge um desequilíbrio. Normalmente é algum tipo de perda, seja financeira ou de alguma pessoa querida. A partir daí essas pessoas não conseguem mais cuidar dos animais como cuidavam antes e eles passam a sofrer. Elas não percebem que seu comportamento mudou e não tomam uma providência para voltar ao normal.
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15 de dezembro de 2011

Aprovado em plenário Lei que beneficia entidades de proteção aos animais



Acabou de ser aprovado em plenário, às 23h47min do dia 14/12/11, o Projeto de Lei Estadual 237/11 (anexo), de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, que estende os benefícios do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal (Nota Fiscal Paulista) às entidades de proteção animal sem fins lucrativos.

Segundo a legislação atual os créditos adquiridos por quem pede a nota fiscal paulista, em vez de serem resgatados pela própria pessoa, podem ser transferidos a entidades sem fins lucrativos sediadas no estado de SP.

Até então as entidades de proteção aos animais não podiam receber este benefício, somente entidades de assistência social, da área da saúde e culturais ou desportivas.

Conforme o texto do projeto, os consumidores poderão doar créditos da Nota Fiscal Paulista à entidade de proteção animal de sua preferência.

“A lei já beneficia entidades de assistência social, da área da saúde e culturais ou desportivas,” explicou o deputado. “Se esse projeto for sancionado pelo Governador, os consumidores poderão doar seus créditos também a entidades de proteção animal e, dessa forma, beneficiar financeiramente as entidades de sua preferência, sem botar a mão no bolso.” diz Feliciano.

14 de setembro de 2011

Brasil terá centro para validação de pesquisas que não usam animais na fase de teste


Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Brasil terá o primeiro centro da América do Sul preparado para desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais em fase de teste. A unidade foi criada a partir de um acordo de cooperação assinado hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A proposta, segundo a vice-diretora de Pesquisa e Ensino do INCQS, Isabela Delgado, é que, com a nova unidade, que se chamará Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam), seja possível substituir totalmente, ou reduzir, o número de animais utilizados em testes sobre a qualidade de vacinas, por exemplo.
“Existe, no Brasil, o processo de desenvolvimento de tecnologias, os grupos que estudam alternativas e a aceitação regulatória desses métodos. O centro vem preencher essa lacuna. De maneira organizada, vamos trabalhar os dados e organizar grupos de pesquisas para que novas metodologias sejam fomentadas e passem a ser métodos oficiais”, explicou a pesquisadora.
Pelo documento assinado hoje, fica garantida apenas a criação do Bracvam, mas não há qualquer previsão de orçamento inicial, o que impede uma estimativa sobre os primeiros resultados das pesquisas. Ainda assim, Isabela Delgado disse que alguns órgãos já sinalizaram apoio ao funcionamento do centro, com recursos financeiros, entre eles o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.
Cerca de R$ 700 mil que devem ser investidos pelo órgão de fomento à pesquisa e podem garantir o início dos trabalhos do Bracvam, que será a validação de metodologias que já foram reconhecidas em países da Europa e pelos Estados Unidos. “O processo de validação é caro e demorado. Vamos incorporar essas metodologias por meio de um processo que a gente chama de validação por captura. Vamos avaliar o que já foi validado lá fora e incorporar. Existem situações em que temos as particularidades brasileiras, como controle de qualidade de produtos biológicos, tais como o soro antiofídico. São espécies de serpentes que só existem no Brasil. A gente vai precisar desenvolver metodologias e validar essas metodologias no contexto nacional, que também é uma atribuição do centro, mas a médio prazo”, explicou Isabela Delgado.
Edição: Lana Cristina
 

5 de setembro de 2011

Chimpanzés veem a luz do dia pela primeira vez. E se abraçam


Há muitas interpretações para o vídeo acima, dependendo do seu grau de envolvimento com animais. O fato dado: Esses chimpanzés ficaram décadas em um laboratório – alguns deles por 30 anos – e o flagrante é da primeira vez que eles viram a luz do sol.

O que acontece? Eles se abraçam antes de pisar em direção à liberdade, talvez com medo do que há nesse novo e tão iluminado lugar, talvez comemorando seu feito.

Outro fato… Eles ficam encantados, como não poderia deixar de ser, porque liberdade é mesmo uma coisa encantadora.

Fonte Época

10 de agosto de 2011

Ministério Público quer impedir rodeios em duas cidades no interior de SP



Ações demonstram que uso de esporas em provas de montaria provocam danos nos animais



Marcela Bourroul Gonsalves - estadão.com.br
SÃO PAULO - O Ministério Público ajuizou nesta quarta-feira, 10, duas ações civis públicas para impedir a realização de rodeios em áreas urbanas nos municípios de Santo Antonio do Jardim e Espírito Santo do Pinhal, no interior do de São Paulo.
As ações fundamentam que diversos laudos e estudos técnico-científicos demonstraram que o uso de certos acessórios como esporas em provas de montaria provocam danos nos animais, além de dor e sofrimento.
Os promotores alegam que ficou comprovado, pelos mesmos estudos, que várias provas realizadas nos rodeios impõem crueldade contra os animais com destaque para a modalidade "calf roping", em que bezerros com 40 dias de vida são lançados e tracionados no sentido contrário ao que correm, e na sequência são erguidos pelos peões e atirados violentamente ao solo com três patas amarradas por meio de movimentos bruscos, causando sérias lesões em suas colunas e até a morte dos animais.
Os organizadores dos eventos sustentariam a prática dos rodeios como manifestação cultural brasileira, mas segundo a ação diversas modalidades realizadas são importadas da cultura norte-americana, incluindo os nomes das provas. A Promotoria de Justiça contesta ainda o argumento de que os rodeios representariam importante movimentação para a atividade econômica das cidades pois, segundo os dados oficiais, os shows musicais seriam o maior captador do grande público para as festas.
As ações não contemplam provas de hipismo, leilões, exposições, demonstrações de adestramento, e provas de três tambores e team penning, por não terem sido colhidos indícios de que sejam danosas.
Na tarde desta quarta-feira, o juiz Márcio Estevan Fernandes, da 2ª Vara Cível de Espírito Santo do Pinhal, concedeu liminar proibindo a realização de provas de rodeio naquele município, tanto na área urbana quanto na zona rural, sob pena de multa diária de 100 salários mínimos. O pedido de liminar quanto a Santo Antonio do Jardim ainda não foi apreciado.
Fonte: Estadão 

PF prende chefes de quadrilha que vendia animais pela internet



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Animais eram comercializados através de site na internet (Foto: Divulgação/PF)Animais eram comercializados através de site na internet (Foto: Divulgação/PF)

Casal comandava venda de animais por um site na internet.
Mandados foram cumpridos na manhã desta quarta (10) em sete estados.

Adriana Justi
 Um casal suspeito de comandar uma quadrilha que vendia animais silvestres sem autorização pela internet  foi preso nesta quarta-feira (10) em operação comandada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ibama. Batizada de Operação Arapongas, a ação cumpriu seis mandados de prisão e vinte e cinco de busca e apreensão no  Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba.

O casal foi preso em Arapongas, Norte do Paraná. Até por volta das 10h, ainda não havia informação sobre o cumprimento dos outros mandados de prisão. O delegado Elvis Secco, da PF do Paraná, explicou que o casal é suspeito de comandar, durante ao menos três anos, um site onde os animais eram comercializados.

Na primeira versão desta reportagem, o G1 informou, com base nas declarações do delegado Elvis Secco, que 30 pessoas tinham sido detidas. A informação foi corrigida às 9h40.
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Compras com parcelamento
Segundo a investigação, os animais vendidos ilegalmente eram, na maioria, silvestres, alguns em extinção, e nenhum deles possuía registro no Ibama, ao contrário do que informava o site.
"O parcelamento era oferecido em até 18 vezes. O casal de jovens preso no Paraná comandava todo o esquema. Eles chefiavam todas as entregas aqui e os outros envolvidos nos outros lugares eram os fornecedores, que davam conta de enviar os animais, que eram retirados da natureza", contou.
Secco disse ainda que a maioria dos fornecedores tinham alguma ligação com clínicas e entidades protetoras de animais.
Os presos vão responder por falsidade ideológica, formação de quadrilha, crime contra a fauna, estelionato e sonegação de impostos. A investigação durou um ano, segundo a Polícia Federal.

Fonte G1
 
Nota:

12 de julho de 2011

XI CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE DESAFIOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA: AÇÕES, PRÁTICAS E PROPOSTAS


Foto: Divulgação do evento



03/08/2011 – QUARTA-FEIRA

19h00 – Solenidade de abertura

Composição da mesa: presenças do Governador do Estado de São Paulo, do Prefeito Municipal de São Paulo, do Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e de outras autoridades do Ministério Público, do Judiciário, do Legislativo e do Executivo das 3 esferas de governo.

Participação da Ministra de Estado de Meio Ambiente Izabella Teixeira da Costa

Homenagem ao Ministro do Superior Tribunal de Justiça Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin

Homenagem de despedida ao Presidente da ABRAMPA 

Coquetel 


04/08/2011 – QUINTA-FEIRA

08h00: Entrega de material e credenciamento

09h00: PALESTRA:

“O papel do Brasil no contexto internacional sobre medidas coletivas de combate ao aquecimento global”
Marina Silva (Ex-Ministra do Meio Ambiente)


10h00: PAINEL I

- Balanço dos 30 anos da Política Nacional do Meio Ambiente
Cristina Godoy – MP/SP

- Extração mineral e responsabilidade ambiental
- As propostas de alterações do Código Florestal sob o enfoque da ciência
Antonio Donato Nobre – SBPC

- APP e Reserva Legal – as bases científicas para a manutenção da proteção ambiental
Jean Paul Metzger – USP

- Os impactos das propostas de alterações do Código Florestal para a biodiversidade
Ricardo Ribeiro Rodrigues – UNICAMP

12h30: Intervalo para almoço

13h30: PALESTRA:

“Senciência animal como fator determinante para a atuação do MP e Judiciário”
Sonia Felipe (UFSC)

14h30: PAINEL II

 - A questão animal na sociedade contemporânea
Fernando Laerte Levai – MP/SP



- Lacunas e insuficiências da legislação sobre fauna
Feliciano Filho – Deputado Estadual/SP

- Tráfico de animais silvestres: crueldade, perda da biodiversidade e dos serviços ambientais – o papel do IBAMA
Vincent Kurt Lo

- A fauna na recuperação das áreas degradadas
Wesley Rodrigues da Silva – UNICAMP

- Adequação jurídica e aplicação legal do abolicionismo animal
Heron José Gordilho – MP/BA; IAA

16h30: Intervalo

16h45: PAINEL III


- Economia/crescimento e meio ambiente/sustentabilidade: uma equação possível?
Marcelo Pereira de Souza – FFCLRP/USP

- Energia nuclear como matriz energética
- Limites da Legislação Infra Legal Ambiental e princípio da eficiência
Ney Bello Filho – Juiz Federal

- Desformalização, Desjudicialização e Autorregulação: tendências no Direito Ambiental?
Sílvia Cappelli – MP/RS

18h45: Palestra

“O modelo europeu de defesa do meio ambiente”
Antonio Vercher Noguera – Fiscal coordenador da área ambiental da Espanha
 

05/08/2011 – SEXTA-FEIRA


09h00: Palestra de abertura dos trabalhos
Ministro Gilmar Mendes – STF

10h15: PAINEL IV

- Financiamentos e responsabilidade ambiental
- Destinação dos Recursos da Compensação Ambiental na Lei SNUC
Fernando Barreto Junior – MP/MA

- A criação das Varas Ambientais como meio para otimizar a proteção ambiental
Desembargador Gilberto Passos de Freitas – TJ/SP


- Questões controvertidas da responsabilidade penal da pessoa jurídica
Eládio Lecey – ENM
12h30: Intervalo para almoço

13h30: PALESTRA:


Atuações e decisões éticas
Desembargador José Renato Nalini – TJSP

14h30: PAINEL V

- Como a Ásia está defendendo suas florestas
- O esforço da África na manutenção e recuperação da biodiversidade
- A contribuição dos EUA para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa
- Enfoque jurídico-legal do novo código florestal
Nicolao Dino de Castro e Costa Neto – MPF

16h30: Intervalo

16h45: PAINEL VI


- Destinação de resíduos sólidos e sustentabilidade
Dráuzio Barreto – MP/SP; Secretário Municipal de Limpeza Urbana

- Gestão e fiscalização da qualidade das águas subterrâneas
Eduardo Coral Viegas – MP/RS

- Etanol, álcool e alternativas menos poluentes
- A participação da sociedade organizada na preservação da sustentabilidade ambiental
Raul Silva Teles do Valle – ISA
18h45:

Homenagem aos defensores das florestas brasileiras

19h00: Palestra de encerramento:

“O direito ambiental das florestas”
Ministro Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin – STJ

20h00: Encerramento das atividades

22h00: CONGRAÇAMENTO

PROGRAMAÇÃO PARALELA


Dia 03/08/11

10h00: Reunião do CONCAUMA

10h00: Reunião das Coordenadorias Interestaduais das Promotorias de Defesa do Rio São Francisco - CIP

14h00: Assembléia Geral Ordinária da Abrampa

Dia 04/08/11

10h00: Oficinas de trabalho

- Atuação coordenada e geoprocessamento como estratégia de proteção das florestas
Coordenadores: Luciano Furtado Loubet – MP/MS e José Ismael Lutti – MP/SP

- Combate a danos ambientais: a experiência da fiscalização preventiva integrada na Bacia do Rio São Francisco








O XI Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente – Em Homenagem ao Ministro Herman Benjamin contará com a participação de 700 congressistas, tendo como público alvo:


* Ministros do Superior Tribunal de Justiça;
* Procuradores-Gerais de Justiça dos Estados;
* Membros dos Ministérios Públicos Estaduais, Federal e do Trabalho;
* Membros do Poder Judiciário;
* Parlamentares e outras autoridades;
* Juristas nacionais e internacionais do Direito Ambiental;
* Integrantes dos Poderes Executivos;
* Advogados públicos e privados;
* Entidades empresariais;
* ONGs ambientais;
* Profissionais do setor;
* Estudantes e estudiosos das questões jurídicas, legislativas, políticas, administrativas e científicas relacionadas à causa ambiental.

INSCRIÇÕES



6 de julho de 2011

Saúde da Família -Ministério da Saúde define inclusão do médico veterinário


Ministério da Saúde define inclusão do médico veterinário nos NASFs
Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs) também serão aprimorados na Nova Política Nacional de Atenção Básica. Dentre as mudanças, está definida a ampliação das especialidades profissionais que poderão passar a atuar nos NASFs. Atualmente, os Núcleos podem ser compostos – por decisão das secretarias municipais de saúde – por psicólogo, assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, profissional da educação física, nutricionista, terapeuta ocupacional, ginecologista, homeopata, acupunturista, pediatra e psiquiatra. Agora, o Ministério da Saúde ampliará esse elenco de profissões, incluindo, nos NASFs, a possibilidade de os gestores locais do SUS contratarem profissionais como médicos veterinários, entre outros.

Com as mudanças, a estimativa é que a quantidade de municípios com NASFs na modalidade II – que atualmente são compostos por, no mínimo, três profissionais de nível superior, vinculados a uma quantidade mínima de três equipes de Saúde da Família – passará de 870 para 4.524. A partir da reestruturação, os Núcleos do tipo II poderão ter de três a sete equipes, independente da densidade demográfica da região.

Os NASFs são constituídos por equipes multiprofissionais que trabalham no apoio às equipes da Estratégia Saúde da Família. Nos Núcleos, os profissionais desenvolvem atividades como consultas e diagnósticos conjuntos e ações de educação em saúde entre a população. Para a definição dos profissionais que compõem os NASFs, as secretarias municipais de saúde utilizam critérios como as especificidades e prioridades em saúde das comunidades como também a disponibilidade dos profissionais na região. “A inclusão de novas especialidades profissionais nos NASFs e outras propostas de avanços na Atenção Básica estão sendo definidas em conjunto com os Estados e Municípios”, explica o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães. “A inclusão dos médicos veterinários é uma das importantes novidades”, acrescenta.

Para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda, esta é uma grande conquista do CFMV na área da saúde. “Foram anos de esforços e negociações. Agora, o profissional poderá mostrar à comunidade sua importância no bem-estar social. O médico veterinário contribuirá com seus conhecimentos referentes a doenças transmitidas e veiculadas por animais (zoonoses) e doenças transmitidas por alimentos de origem animal, dentre outras questões”, esclarece Arruda.

Reestruturação


Os critérios para a implementação dos NASFs pelas secretarias municipais de saúde também serão simplificados. Atualmente, os Núcleos são classificados nas modalidades I, II e III. O tipo I deve ser composto, por no mínimo, cinco profissionais de saúde de nível superior, vinculado a uma quantidade que vai de oito até 20 Equipes Saúde da Família. Com as mudanças em análise, o NASF I terá de cumprir apenas o critério de ter mais de sete equipes de Saúde da Família vinculadas a ele.

O NASF II atualmente é composto por, no mínimo, três profissionais de nível superior, vinculado a uma quantidade mínima de três equipes de Saúde da Família. Com a reestruturação, o NASF II poderá ter de três a sete equipes, independente da densidade demográfica da região. Com isso, a estimativa do Ministério da Saúde é que o número de municípios que poderão ter esse tipo de Núcleo ampliará de 870 para 4.524. Já a modalidade III, que foi instituída no final do ano passado, será incorporada ao NASF II.

Atualmente, o País conta com 1.371 NASFs, sendo 1.234 tipo I e 137 tipo II, presentes em 998 cidades. Os municípios que contam com o NASF I recebem do Ministério da Saúde R$ 20 mil para a instalação e mais R$ 20 mil mensais para o custeio dos Núcleos. A modalidade tipo II conta com R$ 6 mil para implantação e mais R$ 6 mil mensais para custeio. Os recursos são repassados do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais de saúde.

Fonte: CRMV
 

30 de junho de 2011

Projeto de lei previne que mamíferos silvestres sejam eletrocutados


  Bugio resgatado pelo Santuário Rancho dos Gnomos após ter sofrido choque elétrico
            
 
Com objetivo de proteger os mamíferos silvestres, que frequentemente são mutilados ou mortos devido aos choques com fios de alta tensão, o deputado Feliciano Filho protocolou um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). A proposta, apresentada nesta terça-feira, 28 de junho, obriga as concessionárias de energia elétrica a inserirem cones, ou dispositivos similares, nos postes de fiação instalados nas margens de zonas rurais, áreas florestadas, unidades de conservação, reservas legais, fragmentos florestais e áreas de preservação permanente. A iniciativa dispõe também sobre a criação de corredores ecológicos em áreas de trânsito de mamíferos silvestres previamente determinadas pela Secretaria do Meio Ambiente.
Se a proposta se tornar Lei, as concessionárias terão o prazo de até dois anos para se adequarem às normativas. O descumprimento implicará na aplicação de multas de aproximadamente R$ 6.980 por poste não adaptado. Este valor poderá ser dobrado em caso de reincidência e será revertido às entidades de proteção dos animais estabelecidas no local da infração ocorrida. Caso não haja nenhuma entidade desta natureza no município, a verba será destinada às instituições congêneres mais próximas.
O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.
Para conferir mais informações sobre casos de animais que foram vítimas de choques elétricos, acesse:

13 de junho de 2011

A história de HACHICO, uma história de amizade e dedicação



HACHICO 


Uma história de amizade

Era 1924 quando um cão da raça Akita foi enviado à casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o nome de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de 'amor à primeira vista', pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem que leva o mesmo nome. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Mas, ainda mais incrível era o fato de que Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem da tarde, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

No dia 21 de maio de 1925, Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade, estava na estação pacientemente como de costume, e de rabinho abanando, à espera de seu dono. Só que o professor Ueno não retornaria naquela tarde de 21 de maio: sofrera um derrame fatal na Universidade que o levou ao óbito. Destarte, ainda que alheio a realidade, naquele dia o leal e fiel Akita esperou por seu dono até à madrugada.

Após a morte do professor Eisaburo Ueno, parentes e amigos passaram a tomar conta de Hachiko. Mas, tão forte e inexpugnável era o vínculo de afeto para com seu amado dono — lealdade, fidelidade e incondicional amor levados ao extremo —, que no dia seguinte à morte do professor ele retornou à estação para esperá-lo. Retornou todos os dias, manhã e tarde à mesma hora, na incansável esperança de reencontrá-lo, vê-lo despontar da estação de Shibuya. Às vezes, não retornava à casa por dias!

Foi assim por dez anos seguido  repetindo a mesma rotina, quiçá já não tão feliz, razão pela qual já era uma presença familiar e pitoresca para o povo que afluía à estação. E ainda que com o transcorrer dos anos já estivesse visivelmente debilitado em conseqüência de artrite, Hachiko não se indispunha a ir diária e religiosamente à estação. Nada nem ninguém o desencorajava de fazer sua peregrinação!

Em 8 de março de 1935, aos 11 anos e 4 meses, Hachiko é encontrado morto no mesmo lugar na estação onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono, onde durante dez anos se tinha mantido em vigília.
 
Hachiko, como não poderia deixar de ser, tornou-se um marco, um referencial de amizade talvez jamais igualável em qualquer era anterior ou futura na história. Sua descomunal lealdade e fidelidade receberam o reconhecimento de todo o Japão. Em 21 de abril de 1934, praticamente um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya, local onde morreu. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Após a guerra Hachiko foi duramente esquecido. Todavia, como toda história que se preze precisa ter um final feliz, em 1948 a The Society For Recreating The Hachiko Statue, entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko, convidou Ando Tekeshi, o filho de Ando Teru para esculpir uma nova estátua. Até os dias de hoje a réplica encontra-se colocada no mesmo lugar da estátua original, em símbolo de um tributo à lealdade, confiança e inteligência da raça Akita.


Todo ano em 8 de abril ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko, fiel companheiro do Dr. Eisaburo Ueno.


5 de junho de 2011

Trecho do livro Jaulas Vazias, de Tom Regan


DEFENSORES DOS DIREITOS ANIMAIS: AFINAL, QUEM SÃO VOCÊS?

Os animais têm direitos? Diversas pessoas dão diversas respostas. Às vezes as pessoas dão respostas diferentes por causa de uma discordância a respeito dos fatos. Por exemplo: uns acreditam que gatos e cães, galinhas e porcos não sentem nada; outros acreditam que sentem. Às vezes, diferentes respostas são dadas por causa de uma discordância a respeito de valores. Por exemplo: uns acreditam que os animais não têm valor nenhum, a não ser enquanto interesse dos humanos; outros acreditam no oposto. Divergências dos dois tipos são certamente importantes e serão exploradas adiante. Mas, mesmo sendo importantes, elas não tocam numa fonte mais básica de divisão de opiniões, que está relacionada exatamente à idéia dos direitos animais.Algumas pessoas acham essa idéia a mesma coisa que "ser bondoso com os animais". Já que devemos ser bons com os animais, a inferência é óbvia: os animais têm direitos. Ou então elas pensam que direitos animais significam "evitar crueldade". Já que não devemos ser cruéis com os animais, a mesma conclusão procede: os animais têm direitos. Diante desses dois modos de entender os direitos animais, fica difícil explicar porque são tão polêmicos, com seus defensores de um lado, e opositores, de outro.

Essa controvérsia inflamada, muitas vezes ácida, que incita defensores contra opositores, nos informa que esses modos familiares de pensar (devemos ser bons para os animais; não devemos ser cruéis com eles) não conseguem captar o verdadeiro significado dos direitos animais. Acontece que o verdadeiro significado é, como veremos, ao mesmo tempo simples e profundo.

Os direitos dos animais é uma idéia simples porque, no nível mais básico, significa apenas que os animais têm o direito de serem tratados com respeito. E é uma idéia profunda porque suas implicações têm amplas conseqüências. Quão amplas? Eis alguns exemplos de como o mundo vai ter de mudar, uma vez que aprendamos a tratar os animais com respeito.

Vamos ter de parar de criá-los por causa de sua carne.
Vamos ter de parar de matá-los por causa de sua pele.
Vamos ter de parar de treiná-los para que nos divirtam.
Vamos ter de parar de usá-los em pesquisas científicas.

Cada exemplo ilustra a mesma lógica moral. Quando se trata de como os humanos exploram os animais, o reconhecimento de seus direitos requer abolição, não reforma. Ser bondoso com os animais não é suficiente. Evitar a crueldade não é suficiente. Independentemente de os explorarmos para nossa alimentação, abrigo, diversão ou aprendizado, a verdade do direito dos animais requer jaulas vazias, e não jaulas mais espaçosas."

A INVERDADE DOS RÓTULOS

Os opositores acham que direitos animais é uma idéia radical ou extrema, é não raramente rotulam os defensores dos direitos animais de "extremistas". É importante entender de que forma esse rótulo é usado como instrumento retórico para evitar a discussão informada e justa; do contrário, aumentam as chances de não termos uma discussão com esses atributos.

"Extremistas" e "extremismo" são palavras ambíguas. Em um sentido, extremistas são pessoas que fazem qualquer coisa para atingir seus objetivos. Os terroristas que destruíram as torres gêmeas do World Trade Center eram extremistas nesse sentido; estavam determinados a fazer de tudo para conquistarem seus fins, mesmo que isso significasse matar milhares de seres humanos inocentes.

Os defensores dos direitos animais (DDAs) não são extremistas nesse sentido. Vou repetir: os DDAs não são extremistas nesse sentido. Mesmo os mais combativos defensores dos direitos animais (os membros da Frente pela Libertação Animal, digamos) acreditam que haja limites morais absolutos para o que pode ser feito em nome da libertação animal: certos atos nunca devem ser cometidos, de tão ruins que são. Por exemplo, a Frente se opõe a ferir ou matar seres humanos.

Em outro sentido, a palavra extremista se refere à natureza incondicional daquilo em que as pessoas acreditam. Neste sentido, os defensores dos direitos animais são extremistas. De novo, deixe-me repetir: os DDAs realmente são extremistas, neste sentido. Eles realmente acreditam que é errado treinar animais selvagens a representar atos para o entretenimento humano, por exemplo. Mas, neste sentido, todo mundo é extremista. Por quê? Porque há algumas coisas às quais todos nós (espero) nos opomos sem restrições.

Por exemplo, todos que estão lendo estas palavras são extremistas, quando se trata de estupro; somos contra o estupro o tempo todo. Cada um de nós é um extremista quando se trata de abuso infantil; somos contra o abuso infantil o tempo todo. De fato, todos nós somos extremistas quando se trata de crueldade com os animais; nunca somos a favor disso.


A verdade pura e simples é que pontos de vista extremos são, às vezes, pontos de vista corretos. Assim, o fato de nós sermos extremistas, no sentido de termos crenças incondicionais a respeito do que seja certo ou errado, não oferece, por sí só, razão para se pensar que estejamos errados. Então a questão a ser examinada não é: "Os DDAs são extremistas?" A questão é: "Eles estão certos?" Como veremos, esta pergunta quase nunca é feita, e, menos ainda, respondida adequadamente. Uma conspiração entre a mídia e alguns fortes interesses se encarrega disso. "

Fonte: Época