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30 de junho de 2011

Projeto de lei previne que mamíferos silvestres sejam eletrocutados


  Bugio resgatado pelo Santuário Rancho dos Gnomos após ter sofrido choque elétrico
            
 
Com objetivo de proteger os mamíferos silvestres, que frequentemente são mutilados ou mortos devido aos choques com fios de alta tensão, o deputado Feliciano Filho protocolou um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). A proposta, apresentada nesta terça-feira, 28 de junho, obriga as concessionárias de energia elétrica a inserirem cones, ou dispositivos similares, nos postes de fiação instalados nas margens de zonas rurais, áreas florestadas, unidades de conservação, reservas legais, fragmentos florestais e áreas de preservação permanente. A iniciativa dispõe também sobre a criação de corredores ecológicos em áreas de trânsito de mamíferos silvestres previamente determinadas pela Secretaria do Meio Ambiente.
Se a proposta se tornar Lei, as concessionárias terão o prazo de até dois anos para se adequarem às normativas. O descumprimento implicará na aplicação de multas de aproximadamente R$ 6.980 por poste não adaptado. Este valor poderá ser dobrado em caso de reincidência e será revertido às entidades de proteção dos animais estabelecidas no local da infração ocorrida. Caso não haja nenhuma entidade desta natureza no município, a verba será destinada às instituições congêneres mais próximas.
O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.
Para conferir mais informações sobre casos de animais que foram vítimas de choques elétricos, acesse:

15 de junho de 2011

Projeto de lei proíbe a criação de animais para a extração de pele em SP

“Uma sociedade justa não pode permitir que animais paguem com suas vidas pela vaidade humana”. Com estas palavras o deputado Feliciano Filho justifica o projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), nesta quarta-feira, 15 de junho.
A proposta visa proibir a criação de qualquer animal doméstico, domesticado, nativo, exótico, silvestre ou ornamental com a finalidade de extração de pele. Conforme o texto do projeto, infratores à normativa ficarão sujeitos ao pagamento de multas de até R$ 8.725 por animal. Em casos de reincidência, os criadores poderão ter o registro de Inscrição Estadual cassado.
Por conta do pelo extremamente macio, as chinchilas são vítimas da cobiça e inconsciência humanas. Foto: Savio Rocha
A proposta tem como principal finalidade proteger as chinchilas, que são animais abatidos exclusivamente para satisfazer o comércio de peles, como foi mostrado em matéria da ANDA. O consumo da carne destes animais não é permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim, a maioria dos criadores visa o abate, conforme mostra o site: www.chinchila.com.br.
Feliciano enfatiza a crueldade aplicada contra os animais tanto no manejo como no abate para a extração de peles. “Os animais criados para esta finalidade sofrem maus tratos, pois são submetidos ao confinamento, que provoca transtornos comportamentais, tais como auto-mutilação ou canibalismo. A retirada da pele é ainda mais cruel. Embora alguns criadores informem que submetem os animais a anestésicos ou adormecem com éter, muitas vezes a realidade é outra. Frequentemente eles são pendurados pelo rabo, tendo o pescoço torcido a um ângulo de 90º. Muitos animais agonizam com o pescoço deslocado e permanecem vivos enquanto a pele é retirada”, informa o parlamentar.
De acordo com Feliciano Filho, “por conta de preceitos constitucionais  não nos é possível proibir a criação de chinchilas para atender a demanda de animais de estimação, sob pena de termos o projeto totalmente vetado”, explicou.
O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.
Se quiser saber mais sobre o comércio de peles leia o artigo, publicado na ANDA,  Não existe pele “ética” ou “verde”: um guia para o consumidor
Fonte: Anda

21 de maio de 2011

Campinas/SP: Cachorro maltratado por adestrador desperta interesse por adoção





Noticias - ANIMAIS - BRASIL
20-Mai-2011
Indignados com o flagrante de pastor alemão espancado, campineiros se dispõem a levar para casa o animal

A história do pastor alemão que foi salvo pela polícia de Campinas no momento em que era espancado por um adestrador causou comoção - (Foto: Hélio Pavan/Divulgação)
A história do pastor alemão que foi salvo pela polícia de Campinas no momento em que era espancado por um adestrador causou comoção
(Foto: Hélio Pavan/Divulgação)

A história do pastor alemão que foi salvo pela polícia de Campinas no momento em que era espancado por um adestrador causou comoção e muita gente já se dispôs a adotar o animal.

Nesta sexta-feira (20), diversos leitores, indignados com os maus-tratos, entraram em contato com o Grupo RAC, por telefone, interessados na adoção do cachorro.

O flagrante da agressão aconteceu nesta quarta-feira (18), quando policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) passavam pela Avenida São José dos Campos, no Jardim Nova Europa, em Campinas, e viram o proprietário do centro de adestramento e locação Cães em Férias, Paulo Fernando Correia, de 41 anos, dando chicotadas no cão. O animal estava amarrado a um poste.

Correia foi levado à delegacia, junto com dois funcionários. Após registro do caso, ele foi liberado e irá responder em liberdade pelo crime de maus-tratos. Na tarde desta sexta (20), Correia foi procurado pela reportagem, mas não quis se manifestar.

Uma funcionária do centro Cães em Férias disse apenas que não existe agressão contra animais no local. “Aqui não se bate em cachorro”, afirmou. A atendente negou que os policiais tenham flagrado a agressão.

A delegada Rosana Vescovi Mortari, da Delegacia de Proteção aos Animais de Campinas, confirmou que todos os 25 cães que estavam na sede onde o pastor alemão foi espancado irão para adoção. Ela afirmou que há denúncias graves contra o dono do centro de treinamento. “Há relatos de que eles praticavam eutanásia e que já mataram cachorros por espancamento”, disse. Para adotar um dos cães basta ligar para a delegacia, no telefone (19) 3254-2633.

Outros animais, abandonados e vítimas de maus-tratos também podem ser adotados em Campinas, de quarta-feira a domingo ocorre no Galleria Shopping, das 11h às 19h, na loja Cobasi.

No shopping D. Pedro, a feira vai de sexta a domingo, na loja Pet Center Marginal, no mesmo horário. A Associação Amigos dos Animais de Campinas (AAAC) e a União Protetora dos Animais (UPA) também têm animais para doação nos sites www.aaac.org.br e www.upanimais.org.br.
NOTA: O deputado estadual Feliciano Filho acompanhou o desfecha do caso e juntamente com a delegada e a equipe da UPA auxiliará na doação dos cães



6 de maio de 2011

Pitbull: Vilão ou vítma?


Nos idos dos anos 80 os Dobermans ficaram conhecidos como "cães assassinos", nos anos 90 os Rotweillers e hoje o Pitbulls. Mas será que esses cães são merecedores destes rótulos?

Infelizmente hoje é comum proposituras legislativas impondo que estes cães sejam extintos, e até mesmo deixem de circular pelas ruas com seus tutores. Fruto da politicagem despreparada que pretende versar sobre assunto que não conhece, e muito pssívelmente sequer estudou.

Sem dúvida que para a mídia sensacionalista é muito melhor noticiar ataques de Pitbulls, os cães mais fortes entre todos. Estatísticas nos informam que no "ranking" de mordidas os campeões são os Poodles, e segundo estudos os Dachshund, mas quem se interessaria em noticiar a mordedura de um Poodle?

Os Pitbulls são notícia, são a bola da vez!

Em Outubro de 2009 aconteceu na Assembleia Legislativa de São Paulo o seminário "Pitbull: uma visão além do preconceito" que pretendia desmistificar o mito criado em torno do Pitbull. Taz, um Pitbull de 15 anos, recebeu do deputado Feliciano Filho uma placa em homenagem aos serviços prestados à sociedade. O dócil cão, que recebeu atenção de todos os presentes, ajuda no tratamento de crianças com deficiência cerebral.

Porque será que casos em que Pitbulls salvam vidas não recebem da mídia a mesma atenção? 
  


Leia as matérias abaixo:






A agressividade canina pode estar relacionada a diversos fatores, mas não a determinada raça. Cães pequenos, bonitinhos e peludos também mordem... E muito! Porém não geram noticias, polêmicas, votos, nem IBOPE. A agressividade nos cães, independente de raça, pode ser ocasionada por diversos fatores:

  • DOMINÂNCIA- Por posição hierárquica. 
  • MEDO- Quando o cão se sente acuado.
  • POSSE- Para defender seus “bens preciosos”: comida, brinquedos, etc.
  •  DEFESA DO TERRITÓRIO- Cães de guarda que defendem o local onde vivem. 
  • PROTEÇÃO- Para defender o grupo de pessoas ou a matilha 
  • REDIRECIONADA- Quando cães brigam entre si, por exemplo, porque outro animal passa no portão da casa. Impedido de atacar o seu verdadeiro alvo, o cão ataca o outro indivíduo ou objeto mais próximo. 
  • PREDATÓRIA- O cão age por instinto, por exemplo, quando um carro ou moto passa por ele. 
  • MATERNAL- Fêmeas que defendem seus filhotes.
  • DOR- Quando o animal está ferido ou doente. 
  • MAUS TRATOS- Cães mal tratados e agredidos fisicamente, que tendem a relacionar seres humanos, como fonte de maus tratos e dor. 
  • ESTRESSE- Cães confinados, presos a correntes, sem acesso ao Sol, etc. 
  • TREINAMENTO- Cães treinados, irresponsavelmente, para ter comportamento agressivo. 
  • DISTÚRBIO COMPORTAMENTAL- Relacionados a questões genéticas, geralmente geradas pela procriação indiscriminada de criadores sem critérios, consanguinidade e mestiçagem.


Entendo que discriminar um cão como agressivo apenas por seu porte ou raça, sem fazer um estudo profundo sobre a questão, com a participação de Etólogos e membros das Sociedades Protetoras dos Animais, determinar o extermínio de animais sadios, pela irresponsabilidade de seu proprietário, sem antes receberem uma avaliação de um especialista em COMPORTAMENTO ANIMAL ou a possibilidade de recolocação do mesmo em famílias que os trate de forma digna e descriminalizar o abandono de animais, afrontando duas normas federais vigentes, não seja uma atitude esperada pela população e condizente com um representante do povo, eleito pelo voto direto. Mas infelizmente é isso que tem ocorrido.

Assim como em humanos, pode haver variação de comportamento entre cães da mesma raça, até mesmo entre filhotes de uma mesma ninhada. Isso acontece por influência genética ou, em alguns casos, desvio comportamental. Até entre fêmeas e machos podem ocorrer esta variação, visto que machos tendem a demarcar o território e fêmeas a serem mais possessivas e ciumentas.


  • Não é a raça que determina a agressividade de um cão e sim uma série de outros fatores. 
  • Não existe um estudo que comprove que o Pitbull é mais agressivo que outros cães. Ele é mais poderoso, mas não mais agressivo 
  • A agressividade dos cães, na maioria das vezes, é estimulada pelo homem

AGRESSIVIDADE ESTIMULADA = AGRESSIVIDADE ASSIMILADA.


Basicamente três fatores podem estimular a agressividade nos cães: 


  • Cães maltratados, em geral, passam a encarar os seres humanos como fonte de mal-estar e maus tratos, assimilando ao humano a idéia de sofrimento. Neste caso, a melhor defesa é o ataque. 

  • Cães treinados para terem comportamento agressivo, ou para serem cães de guarda. 

  • Distúrbios de comportamento devido a razões genéticas. Criadores sem critérios, que cruzam pais com filhos, etc. com o unico intuito de vender e lucrar, geralmente "produzem" animais com desvios de comportamento ou propensos a desenvolverem doenças como cancêr e outras que não deveriam ser comuns em animais. Não é dificil enquadrar neste caso os Poodles Toys ou Cocker Spaniels

Segundo resultados da American Temperament Test Society (ATTS), instituição que estuda e avalia o temperamento e comportamento de milhares de cães de diversas raças, diante de situações variadas, pessoas diferentes, o seu equilíbrio, capacidade de avaliação e reação, instinto de proteção e agressividade, o American Pit Bull Terrier teve um dos maiores índices de aprovação, estando dentre os mais dóceis e menos propensos a atacarem uma pessoa, ficando inclusive a frente de Collies, Cockers, Pastores Alemães, Golden Retrievers, e Dálmatas.

Resultado de testes em raças de cães: http://www.atts.org/statistics.html
Descrição do teste aplicado: http://www.atts.org/testdesc.html


Por meio de observações comportamentais com raças de cães em atividades cotidianas, constatou-se que cãezinhos tão “queridinhos” como os poodles toys e dachshund (cofap) são mais “perigosos” que os tão perseguidos pit bulls.



Segundo estatísticas menos de 1% dos ataques de cães são de Pitbulls, o líder é o poodle. 

Mas o Poodle não dá IBOPE.

3 de maio de 2011

Cães furtados em Holambra são resgatados pela UPA



Dois filhotes foram furtados de uma residência no município de Holambra no início do mês de abril.

Assista ao vídeo no R7



Desde a ocorrência, a proprietária dos animais, Adriana Costa Bertoni, vem fazendo um apelo pela devolução dos cães. Na manhã desta terça-feira, 03 de maio, um dos assaltantes entrou em contato com o presidente da União Protetora dos Animais (UPA), Vicente Carvalho, questionando sobre a possibilidade de a entidade recolher os animais. Vicente concordou e posteriormente recebeu outra ligação a cobrar de um telefone público informando sobre o local onde os filhotes seriam encontrados. Vicente e o ativista Feliciano Filho realizaram o resgate.

Adriana foi notificada pela entidade logo após finalizada a operação. A devolução dos cães aconteceu no período vespertino, com acompanhamento da equipe do programa Planeta Bicho. Um dos cães resgatados foi uma fêmea, chamada Jolie, mestiça de Pastor Alemão com um cão sem raça definida (SRD). O outro, chamado Lebron, um macho, irmão de Jolie, mestiço da raça São Bernardo.


 Feliciano Filho e Vicente de Carvalho devolvendo os filhotes à tutora

A proprietária dos animais, que teve também bens materiais levados de sua casa, enfatiza a importância de seus cães. "De tudo o que levaram, nada é tem tanto valor para mim quanto os meus filhotes. Nós pegamos amor rapidamente pelos animais", declarou.

22 de abril de 2011

Projeto de Lei proíbe a entrega de animais dos CCZs para experimentos cientìficos

Deputado Estadual Feliciano Filho
 
A cada dia, a utilização de animais vivos pela ciência vem se comprovando uma prática cruel e ineficaz.

Animais mamíferos não são humanos, e seu organismo não responde às drogas aplicadas para testes da mesma forma que nós (humanos). Existem diferenças, e por menores que pareçam essas diferenças tornam cada espécie única.

 Apesar de em muitos casos nos causar uma aparente semelhança, as diferenças existem e devem ser consideradas. Diferenças metabólicas acontecem até nos organismos da mesma espécie, pois até mesmo seres humanos respondem de forma diferente a uma droga específica.

Uma droga pode ser altamente tóxica a um animal e totalmente ineficaz a um ser humano, e vice versa.

É comprovado que várias drogas, testadas em animais, foram colocadas no mercado e em seguida retiradas por terem causado em humanos, reações adversas.  Isso comprova que experiências em animais não trazem comprovados benefícios à saúde humana, e em alguns casos podem prejudicá-la.

A utilização de animais capturados das ruas para formação de cirurgiões e veterinários também se mostra inadequada, uma vez que estes animais provenientes de Centro de Controle de Zoonoses, Canis Públicos e Congêneres, em sua grande maioria, encontram-se com seus organismos debilitados, sendo desta forma incapazes de proporcionar um aprendizado eficaz, além de oferecer risco real à saúde dos estudantes uma vez que animais capturados nas ruas podem ser portadores de diversas zoonoses.
  
É comprovado que o estresse provocado nos alunos durantes às experimentações com animais vivos podem prejudicar sua capacidade de raciocínio, visto que a morte do animal ao final dos experimentos podem causar nos alunos um efeito reverso.

“Já foi documentado que o estresse psicológico, como o experimentado por muitos estudantes de veterinária quando lidam com animais de laboratório, pode resultar em diminuição na capacidade de observação e raciocínio; o uso de animais não pacientes na educação veterinária pode resultar, portanto, em menor aprendizagem. Finalmente, o uso de animais não pacientes na medicina veterinária pode prejudicar os sentimentos de compaixão e empatia do futuro profissional. Existem registros que mostram uma variedade de situações em que a violência exposta e outros estímulos aversivos levam a uma dessensibilização; animais de laboratório podem dessensibilizar estudantes ao sofrimento animal.”
Sergio Greif, biólogo, co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal" e autor de "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação".

Outro fator a ser levado em consideração é o sofrimento a que os animais são submetidos nestes procedimentos.

“Evidentemente, se eu estou testando um medicamento para dor ou para ansiedade, não conseguirei avaliar a eficácia sem submeter o animal à dor ou a uma situação de ansiedade. Mas esse tipo de desconforto a que o animal é submetido é sempre controlado e quan-tificado, caso contrário não é possível mensurar o resultado da experiência”
Luiz Eugênio Mello, professor de fisiologia da Unifesp e presidente da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe). (http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3445&bd=1&pg=2&lg=)

Em matéria publicada em Fevereiro de 2008, a revista FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo) publica que depois que o biotério da Unifesp passou a cobrar pelas cobaias concluiu-se que pelo menos 50% dos experimentos com animais são dispensáveis, e que na Faculdade de Medicina da USP a utilização de cães foi totalmente abolida dos experimentos.

“No ano passado (2007) o biotério da Unifesp, que fornece 2 mil ratos e 5 mil camundongos por mês, deu um passo importante rumo à racionalização. Passou a cobrar pelos animais de laboratório – os valores variam de R$ 5 a R$ 50 (camundongos transgênicos são os mais caros). A medida fez com que a demanda caísse 50%, numa evidência de que o uso, até então, era exagerado. Na Faculdade de Medicina da USP, os cães foram abolidos dos experimentos e o treinamento de estudantes em técnicas cirúrgicas, por exemplo, é realizado em animais que foram utilizados em pesquisas relevantes e seriam descartados, sempre com uso de anestesia e analgesia. O aprendizado de técnicas de sutura e de implante de enxertos, que antes usava cães vivos, hoje é feito em segmentos de animais já sacrificados – e até em línguas de boi compradas no açougue. Colaborou para a redução do uso de animais na FMUSP a criação de novas técnicas para treinamento de estudantes, como um simulador de cirurgias por laparoscopia, aquelas feitas por meio de uma tela de computador, que submete o estudante a situações reais, além de ratos de plástico e de manequins nos quais é possível reproduzir algumas situações reais. “São recursos que substituem o uso de animais com eficiência na fase inicial do treinamento, assim como preparam muito melhor o estudante e o profissional para uma prática clínica adequada”, diz Luiz Francisco Poli de Figueiredo, professor titular de técnica cirúrgica da Faculdade de Medicina da USP”.
Revista Pesquisa FAPESP - Edição 144 - Fevereiro 2008 (http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3445&bd=1&pg=6&lg=)

Muitos estudos mostram que a utilização de modelos plásticos  traz inúmeras vantagens aos estudantes. A primeira delas é o fator emocional, podemos citar também que as aulas práticas com animais vivos não proporcionam ao aluno o tempo necessário para adquirir suas habilidades motoras, o que não ocorre com modelos plásticos que podem ser utilizados indiscriminadamente durante o tempo necessário.
A utilização de softwares e programas gráficos tridimensionais podem oferecer ao aluno uma incontestável variedade de treinamentos diagnósticos, permitindo sua utilização com a calma necessária para analisar, revisar, prestando atenção em detalhes que possivelmente no modelo vivo passariam desapercebidos e realizar o procedimento repetidamente por inteiro ou passo a passo até que suas habilidades sejam desenvolvidas.

O objetivo desta lei é valorizar a saúde humana e animal de forma ética, buscando alternativas eficazes para tratar de problemas reais, de saúde pública, substituindo a utilização de animais vivos oriundos de Centros de Controle de Zoonoses, Canis Públicos e Congêneres por métodos alternativos comprovadamente eficazes e éticos, formando profissionais bem preparados para exercerem a medicina.


Tramitação:
FAVORÁVEL - Comissão de Cosntituição e Justiça
FAVORÁVEL - Comissão de Defesa do Meio Ambiente
FAVORÁVEL - Comissão de Finanças e Orçamento

Aguardando Ordem do Dia para votação em plenário

17 de fevereiro de 2011

ABRIGO DE TIETÊ
Deputado Estadual Feliciano Filho

Após receber pedidos de ajuda, para a situação denunciada por protetores, de maus tratos e crueldades cometidas contra animais em um abrigo no município de Tietê, Feliciano enviou seus assessores para acompanhar a situação e verificar a destinação dos animais.

1 de outubro de 2010

FELICIANO ENVIA BIÓLOGA PERITA CRIMINAL PARA AVALIAR OS URUBUS DA BIENAL



Após enviar carta de repúdio à Fundação Bienal e aos órgãos públicos que apoiam culturalmente a 29º Bienal, bem como aos patrocinadores másteres do evento, pela exposição da obra intitulada "Bandeira Branca", o deputado estadual Feliciano Filho solicitou à Dra. Andréa Filomena Freixada, Bióloga Perita Criminal, um Laudo Técnico Biológico sobre a situação dos animais confinados na "obra de arte".


Os assessores de Feliciano acompanharam a biológa nesta sexta feira, 01 de Outubro de 2010, para a realização do laudo que ficará pronto em 3 dias e será devidamente divulgado.



A assessoria de Feliciano encontrou no local com os técnicos do IBAMA, que foram acionados para examinar a exposição dos urubus. O IBAMA decidiu que os animais deverão ser retirados do local no prazo de 5 (cinco) dias.



SAIBA MAIS SOBRE A CARTA DE REPÚDIO ENVIADA POR FELICIANO À BIENAL, CLIQUE AQUI

28 de setembro de 2010

Urubus da Bienal, FELICIANO entra em ação

FELICIANO REPUDIA OBRA DE ARTE DA 29° BIENAL E DECLARA:
ANIMAL É VIDA, NÃO É ARTE

O deputado estadual Feliciano Filho protocolou nesta terça feira, 28 de Setembro de 2010, uma manifestação de repúdio endereçada ao presidente da Fundação Bienal, Sr. Heitor Martins, pela exposição da “obra” intitulada “Bandeira Branca”.

Convencido de que animal é vida e não arte, Feliciano questionou a Fundação Bienal em relação ao mérito da “obra” em questão .

Em sua manifestação, o deputado Feliciano, pede que a Fundação Bienal reveja o conceito de arte e respeito à vida, uma vez que os animais estão sendo explorados, confinados em ambiente totalmente estranho à sua natureza, submetidos ao estresse de ficar horas sendo observados, submetidos ao som das músicas executadas pelas caixas acústicas contidas na mesma obra e ficarão meses sem receber luz solar.

Feliciano questionou também os orgãos públicos que estão dando apoio cultural à realização do evento:  Governo do Estado,  Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Educação e Prefeitura de São Paulo, bem como os patrocinadores másteres da 29º Bienal: Fiat e Itaú.

22 de setembro de 2010

Urubus são expostos na 29° Bienal

 Bienal expõe obra com 3 urubus


O artista chama-se Nuno Ramos, não é o mesmo que deixou o cão morrer a mingua na outra exposição, que se chamava Guillermo Vargas Habacuc.

Os urubus vieram do Parque dos Falcões (criador conservacionista), em Sergipe, acompanhados de um tratador (que é tecnico em enfermagem) e fica o tempo todo ao lado deles,  são alimentados com 300 g de carne por dia, cada um, são anilhados e estão lá com autorização do IBAMA. Estão expostos em um viveiro telado, que pega todo o vão da Bienal, incluindo os 3 andares.

Fotografei o local, filmei e deixei uma cópia do Decreto Federal 24.645 e da Lei Municipal 14.014, com o vice presidente da Bienal, que foi quem me recebeu. O mesmo encaminhou imediatamente a cópia das leis para o juridico avaliar. A Lei Municipal proíbe apresentação de animais em circos congêneres na capital de São Paulo.

Embora seja um viveiro gigantesco, que permite incluive que as aves voem, o local não reproduz em nada o ambiente em que elas vivem e estas não recebem luz solar.

A Bienal ficará aberta até 12 de Dezembro.

Vídeo:

25 de agosto de 2010

Feliciano participa de reunião em Piracicaba para discutir os Direitos dos Animais


Esperança animal

Leis em defesa deles Discussão ontem à noite, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores, reuniu cerca de 100 pessoas



ANA CRISTINA ANDRADE
Da Gazeta de Piracicaba
ana.andrade@gazetadepiracicaba.com.br

A discussão em torno da defesa dos animais, proposta pelo vereador Laércio Trevisan Júnior (PR), autor de seis leis, levou cerca de 100 pessoas ao Salão Nobre do Legislativo, ontem à noite, e marcou o Dia de Proteção aos Animais. Cada representante de ONG e a responsável pelo Centro de Controle de Zoonose (CCZ), Eliane de Carvalho Silva, tiveram 10 minutos para apresentar seus trabalhos.
 
A necessidade de criação de uma política pública em defesa dos animais foi um dos pontos discutidos. Eliane de Carvalho disse que achou o momento muito oportuno “porque Piracicaba vive, há meses, a evidência com relação aos animais e o foco das ONGs e Sociedade Protetora dos Animais é zelar pelo bem-estar deles”.

Eliane falou ainda de uma deficiência que está afetando o CCZ. O médico veterinário Paulo Lara deu os detalhes (leia mais nesta página). Míriam Miranda, presidente da ONG Vira Lata Vira Vida, comemorou a abertura que a Câmara deu para que o assunto fosse levado a público.

“Isso traz à tona a questão dos maus-tratos e também da importância da punição”, destacou. “É importante sabermo como fazer denúncia, para onde levar os animais que são resgatados, de onde virá o recurso para a recuperação desse animal, porque vivemos de doações e é difícil assumirmos essa bandeira sozinhos”, acrescentou.
Míriam mostrou a foto de um cão atacado pela cinomose - ele não mantinha a parte de trás em pé - e que agora está andando normalmente. “Ele é o exemplo de que cinomose não é caso de sacrifício”.



EXEMPLOS.

O momento mais marcante do encontro de ontem, e que causou comoção no público, foi quando o deputado estadual Feliciano Nahimy Filho (PV), fundador da UPA (União Protetora dos Animais) de Campinas, mostrou imagens de maus tratos. Cães atropelados, amarrados ao relento, cavalos com patas quebradas, gatos com fraturas expostas e até um cão que quase foi sacrificado em ritual de magia negra.

O deputado disse que, em todos os casos que mostrou, os animais foram tratados e acompanhados por veterinários sem necessidade de sacrifício.



Não há vaga, avisam veterinários

A superlotação no Canil Municipal de Piracicaba fez com que os médicos veterinários não saíssem às ruas ontem para recolher cães ou gatos que necessitem de abrigo. A situação resultou num comunicado dos médicos à imprensa, explicando que não foi possível atender solicitações para recolhimento de cadelas paridas, ninhadas, animais atropelados e outros.
Segundo o veterinário Paulo Lara, ontem a unidade abrigava 46 animais, dos quais 22 eram filhotes, 10 cães adultos de médio porte, cinco de grande porte, oito filhotes de gatos e dois gatos adultos. “Se eu tiver cinco rottweiler num único canil, eles ocupam o espaço de 15 animais. Então, estamos dando prioridade para casos extremos”, afirmou.

Mesmo não tendo como recolher, o médico disse que, na medida do possível, tem ido aos locais onde há denúncia e encontrado alternativas que evitem ao máximo o recolhimento. “Procuramos ver de quem é o animal e, se encontramos o dono, conversamos no sentido de conscientizá-lo a cuidar melhor dele, porque não temos onde colocá-lo”.

A média mensal de solicitações, segundo ele, chega a 120, mas grande parte não dá para atender. “Os filhotes são os que mais exigem tempo da gente. Todos os dias tenho de medicar um a um”.

FUNCIONÁRIOS.

 Segundo Paulo Lara, outro problema que atinge o Canil é a falta de médicos veterinários. Hoje são dois e a necessidade é de quatro profissionais. A ausência deles reduziu até a média de castrações - 230 ao mês - para 50.
As informações são de que, em breve, será nomeado mais um veterinário.



PRESENÇA



100 pessoas participaram da discussão sobre defesa aninal
 

12 de agosto de 2010

Delegacias de Proteção aos Animais serão instaladas em São Paulo



Em resposta a solicitação do deputado Feliciano Filho, em reunião realizada em 11/05/10, ao Secretário Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, serão instaladas delegacias especiais de proteção aos animais em todos os municípios que tiverem minimamente uma seccional em funcionamento.



Feliciano garantiu o cumprimento da proposta após um encontro realizado, em 10/08/10, com o Delegado Geral de Polícia de SP, Dr. Domingos Paulo Neto. A articulação realizada apresentou resultados imediatos: em Bauru, a delegacia especializada começou a funcionar nesta segunda-feira, 09 de agosto, dando início ao programa que se estenderá para todo o Estado.

De acordo com o delegado titular da Seccional bauruense, Benedito Antônio Valencise, o 1º DP foi escolhido para presidir os inquéritos relativos a proteção dos animais.

8 de agosto de 2010

Lei 9605, art 32 - Crimes contra animais - Deputado Pannunzio diz que errou

Sobre a alteração do Artigo 32 da lei Federal 9605/98 


Particularmente não acredito na história contada pelo nobre deputado Pannunzio de que cometera um erro ao pedir que o PL 4548/98 fosse incluido na ORDEM DO DIA.

Trabalho na assessoria de um deputado estadual e considero difícil confundir o PL 4548/98, que pretende alterar o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, com o PLP 306/2008, que regulamenta o rateio de recursos de transferências para a Saúde, entre outros aspectos relevantes para essa atividade.

Cabe-nos porém, aceitar a versão do nobre deputado e cobrar que ele cumpra o que prometeu.

EMBORA O DEPUTADO PANNUNZIO TENHA AFIRMADO QUE "COMETEU UM ENGANO E VOTARÁ CONTRA O PL 4548/98" NÃO DEVEMOS BAIXAR A GUARDA ENVIEM EMAIL A ELE SOLICITANDO UM POSICIONAMENTO   URGENTE                                       
dep.antoniocarlospannunzio@camara.gov.br

De: Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal [mailto:info@forumnacional.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de agosto de 2010 15:33
Para: Gerson José Lourenço
Assunto: PL 4548
Prioridade: Alta
Sr. Gerson
Obrigada por sua atenção imediata ao telefone e solicitamos a gentileza de nos encaminhar informações mais precisas sobre o andamento do PL 4548/98, inclusive a posição do Ilustre Deputado Antonio Carlos Pannunzio.
Importante para o Movimento de Defesa dos Animais Brasileiro que conquistas em favor de nova conduta social em relação aos direitos dos animais sejam mantidas.
Temos urgência em sua resposta a fim de propagarmos para todos os defensores brasileiros que podemos contar com valiosa ajuda.
Respeitosamente
Altina Mabellini
Secretária Geral
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal




Sent: Thursday, August 05, 2010 8:08 PM
Subject: ENC: PL 4548

Senhora Secretária Geral,
A posição do Deputado Antonio Carlos Pannunzio em relação ao Projeto de Lei n° 4548/98, é a que se pode depreender com relativa facilidade da leitura do texto abaixo e que tem servido de base para repostas a mensagens eletronicas de eleitores, que vêm chegando sobre esta matéria.
Esclareço que o respectivo teor foi transmitido a Assessoria de Imprensa do Parlamentar, que têm a incumbência de cuidar do atendimento desse tipo de ação, no dia 08 de julho passado, e embora possa este receber algum retoque ou simplificação de redação, para o fim a que se destina, ilustra bem como Parlamentar entende essa questão e o tratamento que pretende dispensar a ela.
Assim, efetuamos a transcrição da respectivo conteúdo, a fim de que não paire qualquer dúvida a esse respeito:
"Prezado Eleitor,
À vista das disposições constitucionais e legais pertinentes à essa matéria,  que envolve o PL 4548, de 1998 e um leque de apensados, contendo propostas diferenciadas  a respeito tanto da fauna quanto da flora, dos antecedentes muitissimo antigos em alguns casos - embora isso não se verfique em outros -, que caracterizam o tratamento hoje em vigor, e ainda dos aspectos de mérito de que ela se reveste,  qualquer abordagem desta questão não pode nem deve pecar pelo açodamento ou pela superficialidade, já que talvez tenda, naturalmente, a demandar respostas diferentes para cada um dos projetos de lei, constantes desse conjunto.
Especificamente acerca da alteração pretendida pelo PL 4.548/98, que incide em dispositivo da Lei de Crimes Ambientais, o autor (Sr. José Thomaz Nonô) defende a exclusão dos animais domésticos ou domesticados da aplicação da pena de detenção  de três meses a um ano, em decorrência da prática de ato de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação, sujeita a um aumento de um sexto a um terço, na hipótese de morte. Tal iniciativa deixaria de promover a equiparação hoje existente entre a situação dos animais domésticos ou domesticados com a dos animais silvestres, nativos ou exóticos, além de causar eventuais dificuldades na aplicação dessa penalidade em experiências dolorosas ou cruéis, com animais vivos, ainda que para fins científicos ou didáticos, quando houver recursos alternativos.
Por tudo isso, no momento da apreciação em Plenário,  já que a matéria aguarda inclusão na Ordem do Dia, minha manifestação e voto se dará contrariamente a semelhante tentativa de modificação, a ser realizada, nesta vertente da fauna, por julgar inconcebível qualquer alternativa, capaz de piorar a legislação, o que externarei, na oportunidade concreta, junto aos meus pares, com o objetivo de, se possível, contar com o apoio de toda a bancada do PSDB, ou pelo menos da sua maioria,  a este mesmo posicionamento.
Antonio Carlos Pannunzio 
Deputado Federal"
Quanto à apresentação do requerimento relativo à inclusão na Ordem do Dia, no dia 03 de Agosto, cumpre-nos informar que esta decorreu de uma confusão, envolvendo um outro projeto de lei. Atesta essa intenção, até mesmo o texto acima,  cujo teor (nos trechos grifados) dão mostras inequívocas de que não há pressa por parte do Parlamentar de ver a referida proposição legislativa apreciada e votada em Plenário. Semelhante encaminhamento permitirá que, sem açodamento e de modo consentâneo com  a sua complexidade, possa se estudar cuidadosamente o que rejeitar e o que aprovar nessa matéria, a despeito do resultado das Comissões Permanentes, que, mesmo posssuindo todo valor, pode ainda receber eventual corrigenda ou aperfeiçoamento, junto ao Plenário da Casa. 
Isto posto, estamos providenciando a imediata substituição do requerimento referente ao PL 4548/98 por um outro requerimento de objetivo similar (também de inclusão na Ordem do Dia), porém versando sobre o PLP 306/2008, regulamentando o rateio de recursos de transferências para a Saúde, entre outros aspectos relevantes para essa atividade. Essa medida mais do que urgente, necessária, contou com a pronta concordância  do Dep. Pannunzio, que, ao tomar ciência da inadvertida ocorrência, determinou que incontinenti, no Gabinete, diligenciassemos a sua execução, o que já estamos fazendo sem maiores delongas.   
Ao finalizar, pedimos dar ciência deste e-mail também a Sra. Ângela Caruso, com quem conversamos inicialmente sobre o assunto, o que sem dúvida colaborou para que tivessemos condições de identificar rapidamente o equívoco do requerimento, com vistas a sua correção, o que poderá ser aferido pelo Sistema de Informação Legislativa da Câmara dos Deputados, acessível pela Internet, já nos próximos dias.
No mais, apresentamos nossas excusas pelas apreensões que possam ter surgido desse contratempo, ao mesmo tempo em que nos colocamos a disposição em futuras reinvidicações, que, além de justas, atendam as convicções e consciência do Dep. Pannunzio, como neste caso. 
Gerson José Lourenço 
Secretário Parlamentar